Voando de Guayaquil para a ilha de Baltra, no arquipélago de Galápagos

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Voando de Guayaquil para a ilha de Baltra, no arquipélago de Galápagos

Nosso voo – pela companhia aérea TAME – estava previsto para sair (e saiu) de Guayaquil às 10h30, então, acordamos cedo e nos programamos para estar no aeroporto às 8h30, pois sabíamos que iríamos perder tempo com o pagamento do imposto devido (Ingala), passar toda a bagagem pela inspeção do Ministério do Meio Ambiente local e, só então, fazer o check-in.

Deu tudo certo, apesar de a fila ser grande para o pagamento do Ingala, que custa U$ 20, por pessoa e deve ser pago em dinheiro. Depois, a mala e a bagagem de mão passam por um aparelho de raio-X, após o que a mala é lacrada pelas autoridades (para que a gente não coloque mais nada ali) e seguimos para o check-in, que foi rápido e eficiente.

Percebemos logo que éramos os únicos brasileiros no saguão de embarque e dois dos poucos latinos a embarcar: 90% dos passageiros com destino a Galápagos eram estrangeiros, principalmente, europeus, com mais de 60 anos (exceto alguns poucos casais com crianças pequenas), mas todos com pinta de endinheirados. Isso comprova o que a gente já tinha percebido, no bolso, lá atrás: a viagem é cara e para poucos. Então, se você não é tão endinheirado assim, tem que ser criativo e corajoso, como nós, para se aventurar por aquelas bandas.

Mas, o mundo é para os corajosos, não é para os fracos. Está aí a Teoria da Evolução das Espécies – que viemos comprovar in loco– para ratificar isso. Então, nosso conselho é: organize-se, estude o roteiro, as condições, fale com quem já foi e vá também!

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