Quais vinícolas visitar em Mendoza?

Melhor maneira de chegar às vinícolas de Mendoza
06/04/2016
Finalmente você pode trazer na mala aquele salame especial, sem riscos
29/05/2016

Quais vinícolas visitar em Mendoza?

A gente ficou na dúvida: elas são muitas, de todos os tamanhos e mais ou menos tecnológicas, você pode escolher.

Desde Brasília a gente já sabia que visitaria as clássicas: Catena Zapatta, Pulenta, Salentein… Mas também queríamos visitar uma pequena, bem rústica, bem tradicional e por isso escolhemos a La Azul. Ficamos por aí, pois não tínhamos a intenção de passar os dias bebendo vinho e apenas isso. Queríamos conhecer a cidade, seus muitos parques incríveis, ir a restaurantes típicos ou estrelados, enfim, fazer um pouco de tudo. Então, saímos daqui certos de que faríamos duas visitas por dia, no total de quatro e ponto!

Em quatro dias, não dá para fazer muita coisa a não ser que você priorize. Foi o que fizemos: visitamos quatro vinícolas em dois dias (enquanto a média de todo mundo é seis) e almoçamos em duas delas. Foram dois dos melhores almoços de nossas vidas, com boa comida, visual incrível, bons vinhos (claro!) e preços justos.

Visitamos no primeiro dia a Salentein (que é grande e tem bons vinhos, mas não surpreendeu) e depois a La Azul (que é mínima, rústica, simples ao máximo). O almoço foi na La Azul: no terraço, pé no chão, mesas pintadas de azul, flores, muitas flores e um menu excepcional. Duas entradas, prato e sobremesa, mais quatro vinhos para acompanhar e uma hora de conversa com um dos donos que já faz parte da quarta geração da família produtora de vinhos ali, na região. Tudo per-fei-to! Pouca gente, atendimento excelente, visual impagável e depois de tudo, uma hora de espreguiçadeira vendo a vida passar. Tudo por cerca de 1.000 pesos, incluindo gorgeta  (algo em torno de 250 reais). Vale a pena!

Um dia de folga para andar pela cidade e, no terceiro dia, fomos visitar a Pulenta (porte médio, ótimos vinhos, degustação perfeita) e depois à Catena Zapata (é tudo o que você imagina e mais um pouco!) . No final, sem muita vontade e até meio a contragosto, fomos por indicação do nosso guia/motorista Javier apenas almoçar na Chandon (ótima surpresa, puro bom gosto, minimalismo e espumantes do começo ao fim). Ficamos gratos ao Javier pela indicação e por nos vencer nesse programa que não estávamos muito a fim de fazer. Para quem quer saber dos preços, aqui ficou em torno de 1.300 pesos, o que significou, há duas semanas atrás, 340 reais, mais ou menos. Almoço para dois, com espumantes diversos, entrada, prato e sobremesa (divina!).

É isso aí! A escolha das vinícolas é muito pessoal, cada um deve escolher aquela que mais tem a ver com seu paladar, com seu bolso e com os vinhos que deseja experimentar. Pra nós, essas escolhas aí foram perfeitas e se eu tivesse que escolher apenas duas escolheria, com certeza, a Catena e a Pulenta, com o almoço da La Azul.

 

Share

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Prove que você é um ser humano! * Time limit is exhausted. Please reload CAPTCHA.