Inhotim, um lugar que merece a visita de todos os brasileiros…

Só pra esclarecer…
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Quer ver lindas fotos de Inhotim, o maior museu de arte contemporânea a céu aberto, do mundo?
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Inhotim, um lugar que merece a visita de todos os brasileiros…

Taí um lugar que nos dá muito orgulho de sermos brasileiros: o Instituto Inhotim, que fica em Brumadinho, Minas Gerais. A gente só lamenta ter demorado tanto tempo para vir conhecer, por isso mesmo queremos encorajar os amigos que seguem o blog a vir também e, para isso, vamos dar dicas que não recebemos de ninguém e que tivemos de descobrir na marra, já no primeiro dia:

–  Não se hospede em Belo Horizonte, achando que 60 Km é muito pouco e que você pode ir e voltar facilmente; hospede-se em Brumadinho ou Casa Branca, cidades mais próximas do museu, pois o trajeto de 60 Km entre BH e Brumadinho leva 2 horas para ser percorrido e isso, nos dias úteis, porque nos finais de semana esse tempo pode ser bem maior;

– O problema da estrada são os caminhões (às dezenas), um atrás do outro, sempre lentos, o que gera filas intermináveis de carros esperando uma chance (arriscada) de ultrapassagem; nao se iluda, a velocidade média não vai passar dos 40 Km/hora; fora isso, há muitos quebra-molas na estrada, a maioria deles sem pintura, o que exige cuidado e atenção redobrada do motorista;

– Meninas: esqueçam os saltos, mesmo os baixinhos. Sem chance. Cometi a bobagem de sair do aeroporto de BH e seguir diretamente para Inhotim sem trocar de sapato (e olhe que era uma sapatilha com um saltinho de um centímetro, porém fino) e isso me fez pagar todos os meus pecados desta e de outras encarnações. O bendito salto entrava nas fendas entre as pedras, às vezes enganchava e foi-se o meu sapatinho que eu tanto amava. Claro, isso aqui os homens nunca vão entender…

– O melhor mesmo é calçar um tênis confortável (isso também vale para os meninos) ou uma sapatilha “molinha”, pois o piso no museu é todo de pedras ou grama baixa e fôfa, com  muitos desníveis e, mais: as distâncias são e-nor-mes (a área total do parque tem 1 milhão de hectares);

– Por falar em distâncias enormes, mais um conselho: abra a carteira e pague, à parte, mais R$ 20, por pessoa, para ter direito ao uso do troller, aquele carrinho motorizado que leva os visitantes pra lá e pra cá, garantindo a visita completa;

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