Fazer a mala de viagem é sempre um dilema!

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Fazer a mala de viagem é sempre um dilema!

Mala é uma coisa muito pessoal. Depende de muitas variáveis: se você gosta de desfilar por aí sempre super montada ou não; se é daquelas pessoas prevenidas que carrega a casa dentro da mala; se sente muito frio, não importa se é verão ou inverno; se é uma consumidora voraz e pretende trazer milhões de coisas dentro da bendita e por aí vai.

Não me encaixo em nenhum dos perfis acima, então, vou falar da minha própria experiência de viagem (e olha que é bem grande!). Detesto carregar peso, digo, mala! E detesto, igualmente, incomodar meu marido ou quem quer que seja, pedindo para colocar minha mala aqui ou ali. Acho isso um desaforo, sinceramente. Então, claro, a minha mala é sempre bem pequena, não importa o destino nem o tempo de permanência por lá. Faço um verdadeiro estudo de caso na hora de montar a mala e isso tem dado certo. E tudo isso começa pelo tamanho da mala. Tenho duas, uma pequena mesmo, dessas que entram na cabine do avião comigo e onde dá pra carregar o básico numa viagem pelo Brasil. E tenho outra, média (de média pra pequena), que me acompanha pelo mundo afora. Ambas são leves, muito leves (esse é um investimento que vale a pena).

Depois, vem a arrumação da mala propriamente dita. Nada de colocar uma roupa para cada dia! Eu escolho dois ou três tons e a partir daí enfio a roupa na mala sempre pensando que uma peça deve combinar com outra em qualquer situação. Gosto dos beges, marrons e branco ou do preto, bege e vermelho. São combinações certeiras. Uma peça colorida ou outra, pra quebrar a rotina e está feito. Lenços de seda, pashminas, bijuterias (leves) e estou salva! Sapatos, idem: um fechado e confortável (nada de sapato novo, por favor!), uma sandália baixa, um tênis para todas as horas e pronto. A não ser que você vá a algum lugar que pede roupa mais refinada, esqueça os saltos altos.

O que você ganha com essa atitude minimalista? Ganha pelo menos duas coisas, acredite:

1)  Independência e mobilidade – você mesmo carrega sua mala, sobe no avião, no trem, na escadaria do albergue, nos imensos corredores dos aeroportos e está tudo certo; senta pra fazer um lanche e ela está ali, sempre à vista;

2) Economia de dinheiro: dá pra pegar ônibus em vez de táxi, você não paga carregadores nas estações de trem, consegue despachar a mala sem tarifas adicionais e, dependendo da situação, sai andando pela rua com a sua possante, numa boa;

Agora estou arrumando a mala para 22 dias na Itália. Minha mala está pesando 14 Kg e estou certa de que não sentirei falta de nada. Levo uma bolsa grande, de nylon (tipo Longchamp), para trazer eventuais comprinhas e pronto. Se você vai acompanhar a nossa viagem – que começa no próximo dia 13/9 – certamente poderá conferir as peças escolhidas (todas leves, que não amassam e com função BomBril, aquele, das 1001 utilidades).

Até lá!

 

 

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