Atualizando os bons restaurantes de São Francisco, CA

Amigos planejando viagem pra São Francisco, na Califórnia, e a gente resolveu dar um empurrãozinho atualizando os posts, começando, claro, pelos restaurantes. Anotem aí:

  1. Hog Island Oyster Co – pra quem gosta de ostras, não tem outro lugar! Fica no mercado central de Ferry Building, local que por si só já vale o passeio;
  2. Farina – pra quem procura a boa comida italiana, no número 3560 da 18 St, no Mission District;
  3. Delfina – para as pizzas mais saborosas da cidade (no número 3620, da 18 Street);
  4. Akikos – para degustar sem pressa os sushis mais elaborados de SF (número 431, da Bush St);
  5. Nativa and CO – pra galera que gosta de comida saudável (168, Sutter St);
  6. Shorty Goldstein’s – vá de coorned beef, que não tem erro! Aproveite para abastecer a despensa, porque esse aí é uma delicatessen completa, que fica no número 126, também na Sutter St;
  7. Yang Sing – mais um asiático imperdível! Anote o endereço: 49, Stevenson Street.

 


Ano Novo, viagens novas… e o blog fazendo aniversário de novo!

Mal começou  o ano e o blog já tá planejando a comemoração de mais um aninho na praça. E, claro, planejando novas viagens também! Mas este ano o que a gente anda querendo fazer mesmo é xeretar que viagens vocês estão armando para 2017. O ano chega cheio de feriadões, acho que são 10 ou 11, então dá pra planejar muita coisa, não dá?

Fora isso,  a gente começou a ano com gás novo e já estamos planejando um monte de novidades por aqui pelo site, que logo os amigos que nos seguem vão ficar sabendo. É esperar pra ver!

Agora, voltando às viagens: tá planejando o quê? Escreve para gente contando seus planos para 2017 porque a gente vai sortear um brinde muito bacana (não é chaveirinho nem imã de geladeira, não!!!) entre a galera que escrever pro blog compartilhando a viagem dos sonhos neste ano que tá só começando.

Não importa se sua aventura é pra Nova Zelândia ou para a Amazônia brasileira, o que importa é que a gente quer saber o que vai rolar por aí. Quer participar? Escreve, vai! A promoção vai até 9 de fevereiro e se você tiver mais de uma viagem nos planos pode mandar todas elas, mas uma de cada vez, por favor!

Vambora?

 


Porto Velho – mais coisas para fazer por lá

Se você está em Porto Velho e ainda não descobriu tudo o que a cidade oferece, a gente vai dar mais uma mãozinha. Porto Velho, cidade com mais de 500 mil habitantes, tem, sim, muita coisa bacana pra ver e aproveitar. Hoje a gente só vai listar o que não entrou no post anterior, então, para ver tudo, dê uma olhadinha no que já postamos, lá trás:

  1. Tomar uma gelada no Mercado Cultural – construído em 1915, o prédio do antigo mercado da cidade foi completamente destruído por um incêndio em 1966 e atualmente, após reconstruído, passou a ser ocupado por eventos culturais e artesanato. À noite, mesas se espalham pelas calçadas e, quando a temperatura esquenta, uma cerveja gelada ao som que rola por lá, vale muito a pena. Praça Getulio Vargas, s/n;
  2. Visitar o prédio da Universidade Federal de Rondônia, de 1953, onde funcionou durante muitos anos o PortoVelho Hotel, reduto da sociedade local. Vale a visita pela beleza arquitetônica do local;
  3. Compras no Porto Velho Shopping – pra fazer compras de marcas conhecidas e outras, nem tanto. Para as crianças, é diversão garantida. Av.Rio Madeira, 3288;
  4. Comer uma moqueca no Remanso do Tucunaré – restaurante super simples, de decoração duvidosa, mas a comida é boa e tem bom preço. Fica na Rua Brasília, 1506;
  5. Dar uma volta pela Calçada da Fama, reduto da boêmia, da turma que curte os bares e casas noturnas da cidade; fica na Rua Pinheiro Machado, centro;

Se você tiver mais dicas de Porto Velho, escreva pra gente! Mande suas dicas que vamos colocar aqui!


A culinária de Malta

Comer bem na região do Mediterrâneo é quase uma redundância. Uma coisa está ligada à outra: frutos do mar, peixes frescos, azeites, queijos… Delícias que em Malta estão por toda parte.

Um dos pratos típicos da ilha é a carne de coelho ao vinho, servido com batatas. Nas ruas, os pastizzi (pequenos salgados folheados servidos quentinhos) vale a pena experimentar.

Destaque para as bebidas, incluindo o Bajtra, um licor feito do fruto do cacto, que na verdade é o nosso conhecido figo-da-índia (Opuntia ficus indica). Esse fruto você encontra em qualquer esquina de Malta, plantado aos montes na frente dos terrenos ou sendo vendido nas ruas, em tachos de cobre ou ferro.

Fora isso, ainda tem o Kinnie, um tipo de refrigerante feito com laranja amarga e ervas, que a gente não apreciou muito, mas que isso fique somente entre nós, porque esta bebida é o máximo para os malteses. E, para quem quer mesmo é uma cerveja estúpida, a maltesa Cisk não decepciona. É gostosa e diferente!


Malta, um paraíso no meio do Mediterrâneo

ilha de Malta é uma preciosidade fincada no meio do mar Mediterrâneo, entre o sul da Itália (a 90KM da Sicília) e a 290 Km do norte da África. Chegamos lá em visita a um queridíssimo casal de brasileiros que, assim como nós, gosta de se aventurar pelo mundo. Ficamos três dias e saímos de lá encantados e querendo voltar.

Apesar de ser pequena –  400 mil habitantes e 240 km² de área – , Malta tem muito o que ver e fazer. O país, que é formado por três ilhas (Malta, Gozo e a quase desabitada Comino) já passou pelas mãos dos fenícios, romanos, árabes, entre outros. Os últimos foram os britânicos que ficaram lá por cerca de 150 anos e deixaram suas marcas, entre elas, o jeito de dirigir carros, em mão inglesa, um desafio para nós.

Em Malta fala-se o maltês, um dialeto incompreensível, o italiano e o inglês, língua oficial.

A capital, Valletta, tem só seis mil habitantes, mas é um charme que inclusive foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Grandes fortificações, jardins incríveis, quase tudo em tons terrosos lembrando bastante o Marrocos.

Visitar a Mdina, também conhecida como “cidade do silêncio”, é simplesmente obrigatório. Se você não tiver tempo de fazer mais nada em Malta, visite a Mdina e aí, sim, o encanto é completo. Mais uma vez – e aqui, especialmente – parece que você está no Marrocos, por causa das ruelas medievais estreitas, do lindo visual e das construções históricas em terracota.

Vamos falar muito mais de Malta nos próximos posts: gastronomia, lugares badalados, passeios…

 

 


10 passeios no Lago di Como, Itália

O ideal é ficar de dois a três dias no Lago di Como, não precisa mais do que isso, a não ser que você queira ficar admirando a paisagem, o que, convenhamos, não é nada mal. Nesses dois ou três dias, há muito o que fazer e a gente selecionou alguns programas que consideramos imperdíveis mesmo:

  1. Palácio Vila Carlota, de 1690, na cidade de Tremezzo. Separe uma manhã ou uma tarde inteira, porque vale. É fali chegar lá, especialmente se você está hospedado em Bellagio, que fica pertinho, basta atravessa o lago em qualquer um dos barcos que partem a cada meia hora do píer;
  2. Cidade de Como, que dá nome ao lago. É a maior cidade da região, com cerca de 90 mil habitantes (enquanto as outras têm, em média 5 mil). Aproveite e pegue o funicular para conhecer outra cidadezinha (Brunate) e vá também ao Duomo;
  3. Varena, uma cidade tão linda e tão colorida, que você vai querer viver para sempre ali. Fica quase em frente a Bellagio, mas na margem oposta a Tremezzo (ou Tremezzina). Há um serviço de balsa que faz a travessia em 20 minutos e leva carros e pedestres;
  4. Parque Meyer, em Tremezzo/Tremezzina – cheio de jardins incríveis, esculturas, o lugar perfeito para fotos com o lago ao fundo;
  5. Jantar no La Terraza, restaurante do Grand Hotel Tremezzo. Mesmo que você não esteja hospedado no hotel, vale o jantar. O lugar é simplesmente mágico, você não se arrependerá. Mas é caro e precisa fazer reserva ((pelo site), ou por telefone (+39 0344 42491).
  6. Pegar os barcos que saem a cada meia hora (a gente saiu sempre do píer que fica em Bellagio, na frente do Hotel du Lac). Os barcos passam por todas as 40 cidades ao redor do lago e você escolhe onde desce e sobe. Funciona como um hop-on-hop-off; preços variam entre €1,30 e €14,80, dependendo do trajeto escolhido e da época do ano. Sugerimos descer em Bellagio, Laglio, Varenna e Tremezzo, pelo menos. Fique atento à rota e aos horários dos barcos, embora saiam do mesmo local, os destinos e a duração dos passeios variam e há barcos rápidos (mais caros) e barcos lentos (mais baratos).  Se você quiser visitar mais de uma cidade, compre o bilhete de circulação livre (biglietto di libera circolazione), que custa €25,8, é válido por todo o dia e permite viagens ilimitadas;
  7. Almoçar no Bar e Restaurante Azalea, no Hotel Azalea, em Tremezzo – comida boa, vista sensacional, pendurado sobre o lago;
  8. Compras de produtos de seda – não fizemos essas compras em outras cidades e sim em Bellagio, onde nos hospedamos; Mas acredito que seja mais ou menos a mesma coisa em todas elas. Gravatas belíssimas e lenços femininos maravilhosos;
  9. Andar pelas ruelas, subir e descer escadarias vasculhando cada cidade – é um passeio e tanto, rende fotos lindas e você ainda vai descobrir muita coisa legal para fazer;
  10. Fazer o passeio de trenzinho que liga as cidades de Menaggio até Tremezzo (foi o percurso que fizemos); é um trenzinho simples, vermelho, chamado Trombeta Express, parece coisa da Disney, mas é um programa e você vai apreciando a paisagem linda, não se cansa de andar, achamos divertido. Tem gente que acha muito bobo, a gente gostou!

Lago di Como, um lugar pra ir a dois

O Lago di Como é um daqueles lugares que te deixam paralisado. Impossível esquecer. Pra nós, que nos consideramos “rodados”, a beleza do lugar só se compara a Lake Tahoe, em território americano, no estado de Nevada.

O Lago di Como é o 3º maior lago da Itália (tem 146 km2) e está localizado no norte do país, bem pertinho da fronteira com a Suíça, a mais ou menos 50 Km de Milão.  O lago tem formato de Y e há dezenas de cidadezinhas lindas ao redor de suas margens Tornou-se um destino de luxo para os muito ricos depois que grandes astros do cinema mundial resolveram comprar casa por lá, entre esses, nada mais nada menos que George Clooney, Madona, etc e tal.

A melhor forma de chegar ao lago é saindo de Milão, de carro, mas você pode também ir de trem, descer na cidade de Como (porta de entrada para o lago) e de lá seguir de shuttle ou táxi para o seu hotel de destino.

Optamos por nos hospedar na cidade de Bellagio, que fica bem no meio da intersecção do Y e, sem dúvida, é um dos lugares mais badalados e mais lindos do lago. Ficamos no Hotel du Lac, que está localizado a 20 metros do píer de onde saem todos os barcos para passeios. O local é disparado o melhor, mas o hotel está decadente e precisando de reformas urgentes, por isso, não aconselho. Mas há dezenas e dezenas de opções de hospedagem para todos os gostos e bolsos.

Bellagio é a cidade da seda e lá vou vai encontrar ótimas opções de compras, especialmente de gravatas e lenços maravilhosos, a bons preços. Uma boa chance de comprar as lembranças para os amigos sem gastar fortunas e, melhor, sem ocupar espaço na mala. Bill Clinton e Barack Obama compram, até hoje, algumas de suas gravatas na cidade.

Para os endinheirados, sugerimos se hospedar na cidade de Tremezzina, que fica quase em frente a Bellagio (mas na outra margem), onde está localizado o super incrível Grande Hotel Tremezzo, que é simplesmente espetacular.

Vamos falar mais sobre este destino. Aguardem!

 

 


17 dicas pra não pagar mico durante a viagem

De tanto viajar, a gente acaba aprendendo algumas regrinhas de ouro que ajudam bastante antes, durante e depois do voo. Por isso resolvemos compartilhar as nossas com vocês. Esperamos que gostem e que nos contem as suas próprias dicas:

 1. Na hora do embarque, aguarde sua vez –  Preste atenção às instruções da companhia aérea, veja em que fila deve ficar e ali permaneça até a chamada para o embarque. Lembre-se: o embarque é dividido por classe ou número de poltrona, dependendo da companhia. Isso facilita a entrada das pessoas na aeronave e evita congestionamento nos corredores do avião. Prioridade é prioridade e você não precisa sair atropelando todo mundo só pra chegar antes;

2. Não se atrase para o embarque – As companhias esperam até o último minuto pelo passageiro que fez o check-in, mas não se apresentou no portão. Mas, paciência tem limite e a sua falta de pontualidade atrasa a vida dos demais passageiros e é considerada um sinal de má educação. Então, nada de se distrair no free-shop ou deixar para ir ao banheiro no ultimo minuto antes do embarque; no momento da chamada, esteja por perto;

 3. Embarque apenas com o que você consegue carregar – Evite levar uma bagagem de mão pesada demais a ponto de não conseguir levantá-la ou se locomover com ela dentro do avião. Isso é deselegante e atrapalha todo mundo na entrada e na saída da aeronave, principalmente se você ainda tiver que pedir ajuda a estranhos para ajudá-lo com a bagagem;

4. Lembre-se: o apoio de braços não é apenas seu – ao sentar na janela ou no corredor, escolha um apoio de braço e, gentilmente, deixe o outro para seu vizinho. A pessoa que está no meio normalmente já está desconfortável, então nada mais justo que ela fique com dois apoios ou pelo menos com um;

 5.Pense um pouco antes de escolher o seu assento – Se você é do tipo que vai muito ao banheiro ou faz questão de se levantar de hora em hora, escolha a poltrona do corredor, pois assim você não atrapalha ninguém. Agora, se você é do tipo que dorme a viagem inteira, escolha a janela para não ser incomodado cada vez que o passageiro a seu lado precisar levantar-se;

6. Evite apoiar-se com as mãos na poltrona à sua frente, cada vez que levantar-se – faça um esforço para entrar e sair de seu assento sem utilizar o encosto à frente como apoio, pois é muito ruim para quem está sentado à frente sentir-se puxado cada vez que o passageiro de trás resolve levantar-se;

 7. Cuidado com as bebidas alcoólicas – Dentro do avião, o álcool fica potencializado pelas condições atmosféricas e com isso as pessoas se embriagam ou passam mal com mais facilidade. Evite exceder-se;

8. Reduza o brilho da tela do seu monitor – Se você é daqueles que gosta de assistir filmes ou trabalhar durante a viagem, pense no seu vizinho que prefere dormir. É delicado reduzir o brilho e a luminosidade da tela dos seus computadores, tablets e telefones. Da mesma forma, acender a luz individual durante a madrugada pode incomodar muito. Evite;

 9. Fale baixo e seja discreto – Não importa se seu melhor amigo está sentado duas fileiras atrás, isso não lhe dá o direito de ficar conversando com ele em alto e bom som, durante o voo;

10. Na hora das refeições, lembre-se de recuar o encosto de sua poltrona para a posição original – isso dá um pouco mais de conforto ao passageiro que está atrás de você. E, se por acaso o passageiro à sua frente cometer a indelicadeza de deixar sua poltrona reclinada durante o jantar, chame um comissário e peça que ele converse com o passageiro para que isso seja feito;

 11. Espere as portas do avião se abrirem para levantar-se após o voo – basta o avião aterrissar para que todos se levantem apressadamente, peguem seus pertences e formem filas, esperando o momento de sair.Pressa pra quê? A não ser que você vá pegar uma conexão imediata, não faz sentido; a propósito, dê passagem, deixe que os passageiros sentados à sua frente saiam da aeronave antes de você. É gentil, é bacana!

12. Deixe os lavatórios limpos e secos, depois do uso. Os banheiros são de uso coletivo e o mínimo que você pode fazer é deixá-los em condições de uso para o passageiro que vem logo depois de você. Faça como se estivesse em sua casa. Nada de toalhas no chão, pia cheia de água e vaso sanitário sem descarga, pelo amor de Deus!

13. Nem pense em tirar os sapatos e colocar o pé no assento à frente! O máximo que se permite é trocar os sapatos por sapatilhas – pode ser até aquelas do tipo meia – mas, colocar os pés apoiados no assento a sua frente, nem pensar!

14. Pais com crianças, essa é pra vocês. Por favor, tomem conta de sua prole, não permitam que batam na mesinha de refeições (isso incomoda quem está sentado à frente), não deixe que chutem o encosto da poltrona à frente (isso incomoda muito mais!). Leve objetos para distrair as crianças e peça desculpas cada vez que elas incomodarem outros passageiros. Claro que nem sempre isso é possível, mas deixar a criança sem limites dentro da aeronave também não dá, né?

15. Nada de ir ao banheiro na hora do serviço de bordo – se não for uma emergência, espere até que os comissários recolham os carrinhos do serviço de bordo para levantar-se; caso contrário, você vai ficar um tempo de pé no corredor ou, no mínimo, vai atrapalhar o serviço;

16. Recolha e organize mantas, travesseiros e fones de ouvido antes de desembarcar – nos voos internacionais você encontra, ao chegar, itens de conforto sobre a poltrona, como mantas, travesseiros etc. Ao final da viagem, não deixe isso tudo espalhado pelo chão. Seja gentil, faça como se estivesse em sua casa, dobre a manta, junte tudo e deixe onde encontrou;

17. Na dúvida, pense: você gostaria que fizessem isso ou aquilo com você? Coloque-se no lugar do outro, se fizer isso fica fácil saber o que pode e o que não pode!

Tem mais dicas? Conte pra gente?


Fazer a mala de viagem é sempre um dilema!

Mala é uma coisa muito pessoal. Depende de muitas variáveis: se você gosta de desfilar por aí sempre super montada ou não; se é daquelas pessoas prevenidas que carrega a casa dentro da mala; se sente muito frio, não importa se é verão ou inverno; se é uma consumidora voraz e pretende trazer milhões de coisas dentro da bendita e por aí vai.

Não me encaixo em nenhum dos perfis acima, então, vou falar da minha própria experiência de viagem (e olha que é bem grande!). Detesto carregar peso, digo, mala! E detesto, igualmente, incomodar meu marido ou quem quer que seja, pedindo para colocar minha mala aqui ou ali. Acho isso um desaforo, sinceramente. Então, claro, a minha mala é sempre bem pequena, não importa o destino nem o tempo de permanência por lá. Faço um verdadeiro estudo de caso na hora de montar a mala e isso tem dado certo. E tudo isso começa pelo tamanho da mala. Tenho duas, uma pequena mesmo, dessas que entram na cabine do avião comigo e onde dá pra carregar o básico numa viagem pelo Brasil. E tenho outra, média (de média pra pequena), que me acompanha pelo mundo afora. Ambas são leves, muito leves (esse é um investimento que vale a pena).

Depois, vem a arrumação da mala propriamente dita. Nada de colocar uma roupa para cada dia! Eu escolho dois ou três tons e a partir daí enfio a roupa na mala sempre pensando que uma peça deve combinar com outra em qualquer situação. Gosto dos beges, marrons e branco ou do preto, bege e vermelho. São combinações certeiras. Uma peça colorida ou outra, pra quebrar a rotina e está feito. Lenços de seda, pashminas, bijuterias (leves) e estou salva! Sapatos, idem: um fechado e confortável (nada de sapato novo, por favor!), uma sandália baixa, um tênis para todas as horas e pronto. A não ser que você vá a algum lugar que pede roupa mais refinada, esqueça os saltos altos.

O que você ganha com essa atitude minimalista? Ganha pelo menos duas coisas, acredite:

1)  Independência e mobilidade – você mesmo carrega sua mala, sobe no avião, no trem, na escadaria do albergue, nos imensos corredores dos aeroportos e está tudo certo; senta pra fazer um lanche e ela está ali, sempre à vista;

2) Economia de dinheiro: dá pra pegar ônibus em vez de táxi, você não paga carregadores nas estações de trem, consegue despachar a mala sem tarifas adicionais e, dependendo da situação, sai andando pela rua com a sua possante, numa boa;

Agora estou arrumando a mala para 22 dias na Itália. Minha mala está pesando 14 Kg e estou certa de que não sentirei falta de nada. Levo uma bolsa grande, de nylon (tipo Longchamp), para trazer eventuais comprinhas e pronto. Se você vai acompanhar a nossa viagem – que começa no próximo dia 13/9 – certamente poderá conferir as peças escolhidas (todas leves, que não amassam e com função BomBril, aquele, das 1001 utilidades).

Até lá!

 

 


Onde fazer compras em Milão

Como todos sabem, estamos de malas (quase) prontas para ir pra Itália (sim, de novo!) e nosso ponto de partida será Milão. Por isso, já estamos selecionando os lugares legais de lá para dividir com os amigos que estão planejando uma visita à capital da moda, como Milão é conhecida. Na verdade, na verdade, a gente não é de comprar em viagem, mas sabemos que muitos amigos que nos seguem curtem esse prazer. Então, claro, a gente selecionou algumas dicas pra galera que está com alguns euros sobrando na carteira…

As lojas

Galleria del Corso: como o próprio nome diz, é uma galeria enorme, que tem de tudo, mas tudo mesmo. Itens de bom gosto, novidades, roupas, sapatarias excelentes;

Tiger: o paraíso das bugigangas, com vários endereços em Milão. Também tem de tudo, desde presentinhos descolados até itens para matar os amigos de inveja, na sala da sua casa;

La Rinascente: uma super loja de departamento tipo Macy’s, nos EUA. É uma loja muito grande, que faz a alegria dos turistas e que vale a pena conhecer, mesmo que você não vá comprar nada. Está presente em várias cidades grandes italianas (Roma, Veneza, Nápoles);

Excelsior: pense num lugar descolado. Pois é aí. Lugar onde você compra óculos modernosos, lembrancinhas para os amigos de todas as tribos, maquiagem, coisas incríveis.

As ruas mais famosas:

Via Montenapoleone: essa é pra quem gosta de grifes de luxo: Prada, Gucci, Chanel e por aí vai. Não é pro nosso bolso, mas é um passeio;

Via della Spiga: um charme! Também é cara, mas é linda. Se tiver que escolher apenas uma rua, escolha esta!

Corso Buenos Aires: a rua de infinitas possibilidades, com lojas de departamento mais acessíveis e nem por isso menos interessantes: Zara, H&M etc e tal;

Corso Vitorio Emanuelle: é um lugar turístico, bem movimentado e com muitas opções de restaurantes e compras;

Se você souber de outras dicas de compras, avise pra gente!